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Como founders validam ideias de pauta usando pesquisas no LinkedIn

A busca pelas melhores estratégias de conteúdo para LinkedIn nunca esteve tão presente no dia a dia de gestores, fundadores e especialistas em comunicação B2B. Entre as decisões mais recorrentes, está a escolha entre imagem e vídeo nos posts. É aí que entram as experiências controladas, popularmente conhecidas como testes A/B, capazes de mostrar, dados em mãos, o melhor caminho para quem deseja se diferenciar com autenticidade, impacto e consistência editorial.

Conteúdo é poder.

Nós acreditamos que experimentar é o passo mais importante para evoluir nas redes, e que este tipo de teste é o caminho mais seguro para validar hipóteses, reduzir achismos e potencializar resultados, principalmente quando falamos do LinkedIn, uma rede em constante transformação de algoritmos, formatos e padrões de comunicação.

Ao longo deste artigo, vamos contar um pouco do que aprendemos acompanhando centenas de experiências com criadores, executivos e empresas por meio da Taiga, nossa plataforma de AI Ghostwriting para LinkedIn, e compartilhar ideias práticas para que você saiba, de fato, quando trocar imagens por vídeos nos seus conteúdos.

Por que fazer testes de formato no LinkedIn?

O LinkedIn é, antes de tudo, uma vitrine profissional. Nessa vitrine, pequenos detalhes de apresentação fazem diferença, seja no copywriting, nos títulos, nos temas ou no formato do post. O formato, se será imagem, vídeo, artigo ou apenas texto, altera como o algoritmo distribui, como as pessoas interagem, e até quais emoções despertam em quem lê ou assiste.

Ao propor um teste, saímos do achismo e passamos a embasar toda escolha em evidências. Testar o formato de publicação cria oportunidades para:

  • Medir de verdade o interesse da audiência
  • Descobrir padrões de comportamento (quem prefere vídeo, quem engaja mais com imagens, por exemplo)
  • Aperfeiçoar o storytelling, já que cada formato permite recursos diferentes
  • Evitar desperdício de tempo e produção em massa de conteúdos que não trazem retorno

Na nossa trajetória desenvolvendo soluções para conteúdo profissional, notamos que postar sem métricas confiáveis é abrir mão de aprender com o próprio público. Um teste estruturado ajuda a entender se, para o seu caso específico, vale mais investir na arte estática ou na narrativa em vídeo.

Como criar um cenário confiável para análise?

Antes de propor qualquer troca entre formatos, precisamos falar da importância do planejamento. O resultado de uma experiência só faz sentido quando há rigor de comparação. Então, como garantir confiança nos aprendizados do seu teste?

Compartilhamos alguns pontos de atenção baseados em práticas que já presenciamos na Taiga:

  1. Defina uma hipótese clara.Pergunte: “A minha audiência reage mais a vídeos ou imagens estáticas ao abordar tema X?”
  2. Alinhe período e horário de publicação.Posts em horários diferentes alteram muito o alcance. Se possível, publique os formatos em momentos semelhantes, respeitando os melhores horários para LinkedIn identificados neste guia sobre o que postar e os melhores horários.
  3. Mantenha o copy parecido.Mude apenas o formato visual, mas mantenha o texto, chamada, hashtag e CTA similares.
  4. Use métricas comparáveis.Compare sempre indicadores proporcionais, como taxa de engajamento, visualizações e cliques, nunca números absolutos isolados, pois podem enganar.

No universo das publicações profissionais, gostamos de reforçar a importância do contexto, pois fazer testes em datas fora do comum (períodos de feriados, grandes eventos, etc.) pode mascarar resultados.

Diferenças entre imagem e vídeo em conteúdos do LinkedIn

Parecem formatos complementares, mas, na realidade, a disputa por atenção entre imagem e vídeo é acirrada. A escolha errada pode minar o impacto da sua mensageme.

Vejamos alguns prós e contras de cada formato, partindo de experiências reais compartilhadas por fundadores e especialistas que treinam seu modelo de voz conosco na Taiga:

Ícones de imagem e vídeo lado a lado, sobre fundo profissional azul claro, representando escolhas de formato Imagem

  • Criam impacto visual instantâneo
  • Geralmente mais fáceis de consumir
  • Permitem infográficos e esquemas
  • Podem ser rapidamente compartilhadas
  • Desvantagem: não transmitem emoção ou detalhes como tom de voz, gestos, ritmo

Vídeo

  • Facilitam a construção de vínculo pela fala, expressões e narrativa fluida
  • Chamam mais atenção do algoritmo em alguns contextos e entregam autenticidade
  • Permitem explicar temas complexos com exemplos práticos, demonstração, storytelling
  • Desvantagem: podem ser “pulados” em momentos de pressa, exigem edição, iluminação, cuidado com áudio e preparo do porta-voz

Usar vídeos geralmente aproxima a audiência de quem fala, desenvolve autoridade e pode “humanizar” marcas. Imagens, por sua vez, criam memórias visuais rápidas, ideais para fixar ideias e mensagens-chave.

Quando considerar a troca de imagem por vídeo?

Nem sempre o vídeo é a melhor solução, há temas, objetivos e públicos para os quais a imagem é insubstituível. Da mesma forma, há situações em que o movimento, a fala e o storytelling audiovisual são o caminho mais natural.

Compartilhamos alguns cenários que observamos em experiências de vários criadores da Taiga:

  • Assuntos que exigem demonstração, explicação ou contexto emocional, como lançamentos, bastidores, relatos pessoais, motivação, feedbacks de clientes.
  • Temas em que a conexão com o público é prioridade, como liderança, soft skills, cultura organizacional ou employer branding.
  • Quando o objetivo é mostrar processos, rotinas, bastidores de inovação ou depoimentos de equipe.
  • Postagens focadas em engajamento, vídeos geralmente geram mais comentários e compartilhamentos em grande parte dos casos analisados.
  • Imagens ainda são mais eficazes para checklist, infográficos, números, benchmarks, listas, panoramas sintéticos e conceitos rápidos.

Notamos um padrão interessante: vídeos, quando usados em campanhas sequenciais e editoriais bem planejados, tendem a criar audiência fiel e melhorar as métricas de retenção de conteúdo. Mas imagens ainda são insuperáveis para posts de impacto rápido, como conquistas, reconhecimento de time ou updates institucionais.

O papel da criatividade e da identidade visual nos testes

O LinkedIn valoriza consistência e autenticidade. Testar formatos não significa abandonar sua marca ou mudar radicalmente de estilo, mas sim fortalecer a identidade ao experimentar. Nossa experiência na Taiga mostra que marcas pessoais e corporativas sólidas combinam formatos, criando padrões visuais/falados reconhecíveis.

Ao conduzir comparações, vale testar, também:

  • Duração do vídeo: vídeos mais curtos geralmente têm melhor retenção, mas vídeos longos entregam mais profundidade
  • Destaque de cores e elementos gráficos nas imagens
  • Presença do porta-voz em vídeos versus vídeos somente com trilha/efeitos visuais
  • Imagens com texto versus apenas visual

Essas variáveis ajudam a entender não apenas qual formato engaja mais o seu público, mas também como adaptá-lo para diferentes objetivos (atração, autoridade, vendas, employer branding, educação).

Portrait of young office worker woman sitting at office desk using laptop computer looking aside thinking with pensive expression working in officeMétricas que realmente importam nos testes de conteúdo

Testar sem analisar a fundo é perder aprendizado. Durante os testes, sugerimos sempre olhar para:

  • Visualizações (impressões): quantas pessoas de fato viram o conteúdo?
  • Taxa de engajamento: divida o total de interações pelo total de impressões (nunca compare só curtidas, pois o formato pode distorcer esse número)
  • Comentários: sinaliza conteúdo conversacional, especialmente em vídeos
  • Compartilhamentos e salvamentos: mostram o valor percebido
  • Cliques em links ou perfis: revelam o interesse em saber mais
  • Tempo de visualização, no caso de vídeos, para entender a retenção

Essas são apenas algumas métricas-chave descritas em nosso guia sobre estratégias, formatos e autoridade no LinkedIn. Cada objetivo (mais visibilidade, geração de contatos, relevância em segmento etc.) pode pedir uma análise detalhada de indicadores específicos.

Como usar IA na construção e análise dos testes A/B

Nós, na Taiga, acreditamos muito na combinação de experiência humana com tecnologia. Ao treinar modelos de IA para ghostwriting de conteúdo profissional, identificamos dois grandes usos para inteligência artificial:

  • Construir variações de posts com máxima rapidez, mantendo linguagem, estrutura e tom consistentes, para que as comparações sejam realmente justas e a identidade respeitada
  • Analisar padrões de engajamento em períodos longos, propondo ajustes automáticos de formato, tema ou abordagem, baseados em dados históricos e desempenho dos clusters de posts

Vale ressaltar que a IA pode sugerir roteiros de vídeo, criar artes alinhadas à identidade visual e medir, com precisão, variações de performance, acelerando ciclos de aprendizado editorial.

Para profissionais interessados nesse universo, sugerimos uma visita ao nosso conteúdo completo sobre IA e conteúdo para LinkedIn.

Profissional sentado analisando gráficos coloridos em dois monitores, com LinkedIn aberto Dicas para experimentar sem perder autenticidade

O LinkedIn favorece autenticidade, consistência e profundidade, as três dimensões centrais do “Modelo de Voz Taiga™”. Ao experimentar formatos, não podemos sacrificar nossa marca pessoal ou corporativa em nome de fórmulas genéricas.

Algumas dicas para que o teste não tire a essência do seu conteúdo:

  • Mantenha o eixo central do seu repertório, os temas que são o seu “território de fala”
  • Use estruturas narrativas familiares (listagens, perguntas, cases reais, análises de tendências) em ambos os formatos, para o conteúdo não perder identidade
  • Grave áudios breves para capturar seu ritmo de fala; vídeos ficam mais naturais quando reproduzem seu tom real
  • No caso de imagens, traga elementos visuais que já aparecem em seus outros materiais (paleta, logotipo, arquétipos de cor)
  • Peça feedback sincero: o que pareceru forçado não engaja

Conteúdo bem-sucedido pede convergência entre domínio de tema, domínio de audiência e domínio de formato. Teste, ajuste e mantenha o que faz sentido para o seu público e seus objetivos comerciais. Testar por testar, sem propósito, não é estratégia, é sorte.

Afinal, quando trocar imagem por vídeo: existe uma regra?

Não há resposta pronta, mas temos aprendizados consistentes. Em nossa rotina com clientes e usuários da Taiga, já vimos desde executivos com perfis ultra-analíticos migrando para vídeos curtos semanais, até influenciadores visuais investindo em arte estática com copy aprimorada, cada caso com resultados distintos.

Nossa sugestão é:

  • Comece testando temas sensíveis/emocionais em vídeo e temas racionais em imagens, sempre analisando engajamento proporcional
  • Repita a experiência mais de uma vez: um único teste é frágil
  • Consulte dados anteriores à mudança e compare tendências, ajuda a fortalecer as conclusões
  • Não busque apenas quantidade de likes ou visualizações: a qualidade das interações é o melhor termômetro

Vale considerar que o LinkedIn atualiza constantemente os parâmetros do feed. O que funciona agora pode perder força em alguns meses, então a cultura de teste deve ser contínua. Novos formatos, como carrossel ou PDF, também entram no radar, como evidenciamos no nosso guia prático sobre formatos de post para LinkedIn.

Desafios técnicos: formatos, proporções e carregamento

Nem só de conteúdo se faz um bom post; questões técnicas podem prejudicar ou potencializar seus experimentos. No caso de vídeos, é preciso ter atenção ao peso do arquivo, legendas automáticas, formatos aceitos pela plataforma, e proporção recomendada. Nas imagens, resolução inadequada ou tamanho fora do padrão reduz alcance e prejudica aparência.

Para quem está começando a testar ou quer padronizar formatos, fizemos um documento completo com orientações visuais no nosso guia técnico de dimensões de post para LinkedIn. Nele, detalhamos proporções ideais, limites de tamanho, templates e exemplos práticos de uploads.

Recomendamos, também, abrir os posts em diferentes dispositivos, desktop e mobile, para garantir que a apresentação seja fiel em todos os contextos. Erros simples, como texto cortado na miniatura, impactam negativamente as conclusões dos seus testes.

Como construir um calendário editorial testando formatos?

Muitos criadores chegam até nós, na Taiga, com dúvidas sobre volume de testes, frequência de publicações e equilíbrio entre formatos diferentes no calendário editorial.

Não existe “fórmula de ouro”, mas sugerimos o seguinte:

  • Escolha um tema central para o mês e planeje 2 a 3 posts por semana variando imagem e vídeo
  • Inclua, sempre que possível, espaços para testar variações dentro do mesmo tema (ex: semana 1 – vídeo, semana 2 – imagem, semana 3 – vídeo + imagem)
  • Reserve momentos para análise, revisão e refinamento das hipóteses levantadas
  • Faça ajustes baseados não apenas nas métricas, mas no retorno qualitativo (comentários, inbox, pedidos de conexão)

Calandários flexíveis, abertos a mudanças rápidas, favorecem ciclos curtos de aprendizado, premissa central da criação inteligente de conteúdo profissional. Para entender como estruturar esses ciclos com foco em eficiência, recomendamos conferir nosso material sobre o que postar.

Mesa com planner, post-its coloridos, celular mostrando LinkedIn, indicador de formatos de imagem e vídeo desenhados à mão O poder da experimentação contínua para a autoridade

Testar formatos não serve apenas para ganhar curtidas ou views. É, sobretudo, uma ferramenta estratégica de posicionamento de marca e autoridade intelectual. Profissionais e marcas que experimentam com método, testando, medindo e ajustando, ficam conhecidos pelo conteúdo rico, atualizado e de impacto.

Aprendemos, acompanhando dezenas de jornadas, que publicar sistematicamente conteúdos bem planejados e testados constrói reputação. Conecta. Ensina. Atrai oportunidades de negócio. E faz o ciclo de publicação mais motivador: cada resultado alimenta a motivação para novas experimentações.

A Taiga nasceu justamente para potencializar esse ciclo: nossos clientes ganham agilidade na produção, testes e aprimoramento dos conteúdos, mantendo sempre a autoria, identidade e profundidade.

Conclusão

No LinkedIn, as melhores decisões vêm do aprendizado constante. Escolher entre imagem e vídeo é menos sobre moda ou tendência e mais sobre contexto, público, tema e medição criteriosa. Testes bem planejados trazem respostas que servem para a sua realidade, e não para generalidades da internet.

“A experiência nos ensina o que nenhum tutorial pode ensinar.”

Se você busca consistência, autenticidade e crescimento real, é o momento de experimentar de forma estruturada, e potencializar seus resultados, como fazemos todos os dias com a Taiga. Dê o próximo passo. Descubra como nossa plataforma pode impulsionar sua produção e transformar sua estratégia de conteúdo profissional no LinkedIn.

Perguntas frequentes

O que é um teste A/B no LinkedIn?

Teste A/B no LinkedIn é um experimento onde publicamos variações de um mesmo conteúdo, mudando apenas um elemento (como formato, chamada ou horário), para comparar o desempenho e identificar qual alternativa gera melhores resultados nos indicadores avaliados. Esse processo ajuda a tomar decisões baseadas em dados, e não em achismos.

Como fazer testes A/B de imagem e vídeo?

Escolha um tema ou assunto central. Crie dois conteúdos muito parecidos, mudando somente o formato: um com imagem, outro com vídeo. Publique ambos em horários e dias semelhantes, mantendo títulos, hashtags e chamadas equivalentes. Depois, monitore métricas como impressões, taxa de engajamento, comentários, compartilhamentos e, para vídeos, tempo médio de visualização. O ideal é repetir o processo em diferentes semanas para garantir resultados consistentes.

Quando usar vídeo ao invés de imagem?

O vídeo tende a ser mais indicado quando seu conteúdo exige demonstração, conexão emocional, storytelling ou explicação detalhada de processos e soluções. Temas ligados a liderança, depoimentos, bastidores e campanhas de engajamento costumam performar melhor em vídeo. Já imagens funcionam bem para infográficos, checklists, dicas rápidas e dados numéricos.

Testes A/B realmente aumentam resultados no LinkedIn?

Sim. Testar diferentes formatos de post, temas ou abordagens ajuda a identificar padrões do seu público, e, consequentemente, a publicar conteúdos mais alinhados ao que gera engajamento, autoridade e visibilidade. Com testes bem planejados, os ganhos vão de aumento de visualizações a maior qualidade das conexões feitas pela rede.

Quais métricas analisar em um teste A/B?

As principais métricas são: impressões (alcance), taxa de engajamento (interações divididas pelo total de visualizações), quantidade de comentários, compartilhamentos, salvamentos e cliques em links ou perfis. Em vídeos, é fundamental analisar o tempo médio assistido. Esses indicadores permitem entender não apenas qual formato chama mais atenção, mas também qual cria relações mais sólidas com o público.